28 maio 2006

Porto Alegre, 30°

Vinte e oito de maio de 2006.
Depois de uma semana no paraíso, com temperaturas muito baixas, cerração e geada, chego a esta cidade onde está fazendo um calor insuportável.
Às sete da noite de sábado os termômetros registravam 24°.
Eu disse sete da noite.
Da noite.
Castigo divino, efeito estufa, terra de incongruências, el niño, la niña, seja lá o que for, é dureza sair de casa com casaco e ter que voltar só de cueca.
Vou propor uma lei no Congresso proibindo variações de temperatura maiores do que 20° num espaço de 48 horas.

3 comentários:

marcia disse...

deve ter feito o maior sucesso na volta. :P

Que chita bacana! disse...

o maior misterio da 'minha'humanidade e entender como pode alguem gostar de frio...no entanto, ainda bem que sempre existe alguem pra discordar!
to sempre por aqui, por sinal te coloquei no meu link de favoritos, sem previa permissao.
muito bom teu jeito irreverente de escrever. gostei bastante do 'O dia em que eu (nao) matei Jesus', tua tia me lembrou a Tia Velha de Mario de Andrade em Contos Novos.
abraco.

Graziana disse...

Acredita que em Santa Cruz tava mais quente que aqui em Porto Alegre...
Fui preparada para 5° e fez 25°...
até lá que é mais friozinho...