26 março 2007

Mary Tyler Moore

A musiquinha suave que vai crescendo, ela caminhando pela cidade, fazendo reportagens na rua, vivendo intensamente, putz, dava o tom de liberdade. Pra mim, aquela era a sensação de ser livre, de ter a vida nas próprias mãos, de ser bem-sucedido. E a redação de um telejornal, deliciosamente cruel e irônica, se tornou outra opção a ser seguida.
– o take em que ela pega carne embalada em filme plástico de um balcão frigorífico era símbolo da modernidade, acostumado eu, que estava, a buscar carne no açougue enrolada em papel pardo.

2 comentários:

Lu disse...

Bah, muito tri. Eu era fã de carteirinha...hehehehe

Chawca disse...

Não é do meu tempo, essa eu não tenho ideia de quem seja..