02 maio 2007

Alhures


Chove pela manhã a fora.
Ainda há chance de um dia perfeito.

10 comentários:

Clélia Riquino disse...

Me chama
Lobão

Chove lá fora e aqui faz tanto frio
Me dá vontade de saber
Aonde está você, me telefona
Me chama, me chama, me chama
Nem sempre se vê mágica no absurdo
Mágica no absurdo, mágica
Cadê você?

Tá tudo cinza sem você, tá tão vazio
E a noite fica sem porque
Aonde está você, me telefona
Me chama, me chama, me chama
Nem sempre se vê lágrima no escuro
Lágrima no escuro, lágrima
Cadê você?

Maitê disse...

O tempo louco. Molhou toda minha roupa que eu tinha lavado pra viajar amanhã... hehehe

Abs

Rosamaria disse...

A chuva chegou antes d'eu dormir nesta madrugada, mas foi muuuita chuva!
Minha garagem amanheceu alagada, meu armário cheio d'água, meus vizinhos, que estão construindo, vão acabar com ele e eu vou acabar com meu vizinho, que é meu cunhado.

huáhuáhuáhuá

Ana disse...

Que seja perfeito, então!

Graziana disse...

SEMPRE QUE CHOVE

Sempre que chove
Tudo faz tanto tempo...
E qualquer poema que acaso eu escreva
Vem sempre datado de 1779!

Preparativos de Viagem

Lembrei do Quintana ;)

marcia disse...

a chuva foi embora cedo.
mas o dia foi perfeitinho.

Cris disse...

... e no rio de janeiro, sol, brisa à beira-mar e céu sem nuvens. dias perfeitos às vezes existem. pena que hoje eu volto a trablhar. =]

Maria Clara disse...

oi.
sabe quem sou eu. né?
hoje está lindo la fora. não me queixo. (e muito menos sei escrever em html!!!)

Camu disse...

E aqui em SP faz calor, sol... umidade do ar está muito baixa! Manda a chuva pra cá que nós estamos precisando!
bjk

Carlos Eduardo Carrion disse...

Ainda bem que existem pessoas com sensibilidade para não ficarem nos lugares comuns.
"Fazia um maravilhoso dia de sol..."
ou
"O dia amanheceu cinzento como minha alma..."
Coisa boa é um dia de chuva, cinzento, ventoso e frio; e eu na minha caminha, com o meu cobertorzinho, com os meus travisseirinhos, com a minha lampadazinha de cabeceira e os meus livrinhos, mas podendo dar as minhas dormidinhas quando quiser.
Carrion, o que escreve para aqueles que pensam que escrever no diminutivo é ser carinhoso, doce e sensível.