Nosso querido e mumificado arquiteto Oscar Nyemeir entrou na lista dos “cem maiores gênios vivos” feita por uma tal de Synectics, empresa de consultoria global – ãh? O último comunista está bem, ficou em oitavo lugar, por usar de forma pioneira o concreto armado.
A tal Synectics, malandramente, diz que o conceito de genialidade é difícil de definir. Talvez por isso George Soros apareça em terceiro, e Matt Groening, em quarto. O mega-especulador Soros enricou jogando com os mercados, e marketeiramente, fazendo polpudas doações “filantrópicas” pra limpar a barra dele. Groening criou os hilários Os Simpsons, personagens tão iconoclastas, que uma milionária grife vende a estampa deles até pra marca de papel higiênico. Isso é ser gênio? Legal.
Mas vamos em frente com a genialidade. O músico Brian Eno, o rei da mela-cueca chique, ficou em 18°. Steven Spilberg (27°) deve estar se amaldiçoando por ter perdido uma posição pro Dalai Lama (26°), mas bem mais feliz do que Prince, o rei do ego, que ficou em 34°. O homem do olho de vidro e da música camaleônica, David Bowie, ficou com o 68° lugar, atrás da atriz-bife, Meryl Streep (56°).
Injustiça mesmo, foi dar o 96° a Dolly Parton, a cantora brega-country dos-maiores-peitos-e-lábios que o mundo já viu. A mulher lutou a vida toda pra parecer uma boneca-inflável-com-ubres-que-grasna (não os ubres, a mulher), e termina desse jeito, quase no último posto desta mimosa lista de Caras? Não é justo. Alguém tem que pedir recontagem. E dignidade.
A tal Synectics, malandramente, diz que o conceito de genialidade é difícil de definir. Talvez por isso George Soros apareça em terceiro, e Matt Groening, em quarto. O mega-especulador Soros enricou jogando com os mercados, e marketeiramente, fazendo polpudas doações “filantrópicas” pra limpar a barra dele. Groening criou os hilários Os Simpsons, personagens tão iconoclastas, que uma milionária grife vende a estampa deles até pra marca de papel higiênico. Isso é ser gênio? Legal.
Mas vamos em frente com a genialidade. O músico Brian Eno, o rei da mela-cueca chique, ficou em 18°. Steven Spilberg (27°) deve estar se amaldiçoando por ter perdido uma posição pro Dalai Lama (26°), mas bem mais feliz do que Prince, o rei do ego, que ficou em 34°. O homem do olho de vidro e da música camaleônica, David Bowie, ficou com o 68° lugar, atrás da atriz-bife, Meryl Streep (56°).
Injustiça mesmo, foi dar o 96° a Dolly Parton, a cantora brega-country dos-maiores-peitos-e-lábios que o mundo já viu. A mulher lutou a vida toda pra parecer uma boneca-inflável-com-ubres-que-grasna (não os ubres, a mulher), e termina desse jeito, quase no último posto desta mimosa lista de Caras? Não é justo. Alguém tem que pedir recontagem. E dignidade.
**A lista completa está anexada nos comentários deste post**






