----------------------------------------------foto Sean Hagen
Ninguém sai impune dos desafios que se impõe – ou não se imporia desafios. A sensação de domar o tempo, um assunto, um percalço, uma questão técnica, uma emoção faz a gente se sentir apto a coisas maiores. Dá aquela sensação de que, se deu certo desta vez, com todas as dificuldades, algo maior pode ser arriscado na próxima.
Imagino que as epifanias sejam feitas do mesmo material: quando subitamente uma verdade se materializa e traz uma outra opção de olhar as banalidades do mundo. Talvez não seja de todo consciente, talvez se manifeste apenas no regozijo da superação num primeiro momento. Mas lá no fundo, onde as águas sempre revoltas giram as pás do moinho que nos dá a energia vital pra ser quem somos, um novo ritmo começa a tomar forma. Mesmo que lento e quase imperceptível, à espera de outras epifanias que consolidem o novo fluxo que começou a se instaurar.
Ninguém sai impune dos desafios que se impõe – ou não se imporia desafios. A sensação de domar o tempo, um assunto, um percalço, uma questão técnica, uma emoção faz a gente se sentir apto a coisas maiores. Dá aquela sensação de que, se deu certo desta vez, com todas as dificuldades, algo maior pode ser arriscado na próxima.Imagino que as epifanias sejam feitas do mesmo material: quando subitamente uma verdade se materializa e traz uma outra opção de olhar as banalidades do mundo. Talvez não seja de todo consciente, talvez se manifeste apenas no regozijo da superação num primeiro momento. Mas lá no fundo, onde as águas sempre revoltas giram as pás do moinho que nos dá a energia vital pra ser quem somos, um novo ritmo começa a tomar forma. Mesmo que lento e quase imperceptível, à espera de outras epifanias que consolidem o novo fluxo que começou a se instaurar.

15 comentários:
ehh voltou lalalallaa
toda confiança.
Voltou pra nós!!! Que bom!!! E, pelo jeito, fortalecido por ter vencido desafios pessoais. Beijos!!!
benvindo, ó blogueiro pródigo! Foi também um desafio para nós a tua falta (e outro desafio será me superarem na puxação de saco)
Se o material que faz o moinho rodar se consolidar, o fluxo fatalmente cessará. Gelo não move moinhos.
Que novos desafios venham para serem transpostos por ti e te deixem cada dia mais feliz. Boa sorte nessa nova empreitada.
Ah, e não esquece do desafio que me fizeste- de ir me visitar na minha futura moradia.
Um abraço
alguns desafios fazem sofrer basrante, mas se forem bem vencidos vale a pena, estava com saudade, bj
eu queria taaannnnnto uma epifaniazinha que fosse. mas nunca vou ter tua garra, amigo velho.
bj
Ai, ai... os "ires e vires" da vida...
Iupiiiiiiiii que bom que vc voltouuuuuuuu!!!
Bj
Sean
tô feliz por teres voltado e mais ainda por teres realizado o que querias com sucesso. ele virá às pencas, eu sei. terás novas epifanias.
como a urubua disse, foi um desafio pra nós a tua falta.
bjim, filho.
*
ADRIANA
pois é...lalalá lalá.
MARCIA
assim espero.
CLÁUDIA
assim espero.
MAROTO
puxa que eu gosto.
eita.
CARMENCITA
gelo não move moinhos e a literalidade da língua mata a expressão.
agora, de uma coisa vc tem razão: gelo paralisa tudo, principalmente as relações.
CIDA
desafio aceito.
e acho que muito em breve.
MARISTELA
porque tu tem a tua, que é diferente e de outro cepa.
mas tão grande quanto.
CAMU
em qual vc tá?
pelo que vi no seu blog, tá no "vires".
ROSA
eita.
senti saudades também.
é bom demais dialogar com vcs.
gracias.
*
Não apreciaríamos tão bem a calmaria se não houvessem as tempestades, não é?!
Bjos
Poucos sabem degustar o triunfo e transformá-lo em base sólida.
Que bom que está de volta
Um beijo.
Tu escreve bonito demais, Sean!
Belo olhar filosófico!
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